sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Em 2012...

Vem com TUDO, 2012!!!

Eu quero:

- Ser mais paciente com os outros e, principalmente, comigo!

- Ser mais determinada em algumas questões!

- Trabalhar muito, e tentar ficar rica!

- Amar mais e mais cada segundo que passo junto da minha família!

- Passar milhões de segundos junto da minha família!

- Ser mais disciplinada com a minha faculdade!

- Malhar pra ficar gostosa!

- Deixar meu cabelo crescer, pra ficar parecendo com a Dany Bananinha!

- Viajar muito!

- Tentar viajar ainda mais do que eu deveria!

- Comprar menos coisas desnecessárias!

- Ganhar muitos sapatos Arezzo!

- Ganhar muitos sapatos da Schutz!

- Trabalhar mais, e mais e mais. (em coisas que me dêem prazer e recompensa, claro!)

- Tirar muitas fotos!

- Ler muitos livros!

- Escrever coisas que possam acrescentar à vida das pessoas!

- Divertir os meus amigos. E me divertir com eles, claro!

- Comprar um carro novo, conversível!

- Não chorar por ninguém da espécie masculina. A não ser que seja de felicidade...

- Ser feliz!



Não quero ter razão. 
Eu quero apenas ser FELIZ!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Da saudade...



Saudade é tema complexo. 
Depende de tempo, de gente, de vida. 
Mas o melhor da saudade, li um dia, numa frase, que dizia mais ou menos assim:


'Saudade, é com amor que a gente mata'.


E nunca esqueci...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Hoje eu queria...

Estar assim:


Eu e o Transamérica, o Transamérica e eu!


Mas como eu não posso, tô aqui trabalhando desde cedo, em 298 eventos pra produzir, coluna pra escrever, livros pra ler, mãe pra dar atenção e fazer favor, amigos para dar atenção e rir sem motivo, presentes de natal pra comprar, unha pra fazer, cabelo pra ajeitar e... deixa pra lá!!!

A vida e suas injustiças!

=]

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Eu e Danuza, Danuza e eu!

Eu achei que já tivesse lido 'Quase Tudo', de Danuza Leão. Uma biografia autorizada e revisada pela mesma, para ser bem redundante. Um espetáculo de história. Achei que tivesse lido, mas me enganei. A história dela não teria passado despercebida aos meus olhos. Não mesmo. Gosto de gente, de sorriso no rosto e história pra contar. E ela tem!

Ela tem e teve. Muita coisa, inclusive. E eu me identifiquei demais com aquela doida, insana e ajuizada ao mesmo tempo. Um coração que só queria ser livre, embora nem sempre tenha conseguido ser. Me identifiquei de tantas formas, com tantos trechos, que até desisti de marcar e copiar as frases. Parece que eu mesma tinha escrito muitas delas.

E já tinham me dito isso... já tinham... mas eu sou assim, uma pessoa meio Danuza-Teimosa de ser, e precisei ler com meus próprios olhos, para entender uma porrada de coisas da minha própria história. Já tinham me dito que eu era meio Danuza. Talvez por ser colunista. Talvez por ser observadora. Talvez por ser fiel aos meus próprios sentimentos. Talvez, talvez, e talvez. Quem vai ter a certeza de nada, né?!

Danuza é, acima de tudo, inconstante. Não, eu não sou a única. Eu não sou a única no mundo que deixa um emprego dos sonhos quando se percebe infeliz. Eu não sou a única no mundo que abre mão de um relacionamento (seja qual for, e como for), quando se percebe infeliz.  Eu não sou a única no mundo que abre mão de um relacionamento (seja qual for, e como for), quando se percebe fazendo alguém infeliz. Eu não sou a única no mundo, sabe? E perceber isso faz um bem indescritível!

Aliás, se perceber no mundo é um jeito meio Danuza de ser. Como se a gente saísse um pouco de si e observasse o nosso próprio comportamento. Poucas pessoas fazem isso. Poucas pessoas têm essa coragem. Sou habitué. Me percebo. Me observo. Me descrevo. Como poucas. Como Danuza, na verdade...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Sair do foco!

A Ilha de Comandatuba aos meus pés!

Às vezes é bom sair do foco. Do foco da vida, do foco da rotina, do foco do mesmo. Ousar cair no mundo, pra tentar se buscar por aí. Não é coisa que, legalmente, se faça muitas vezes ao ano, mas às vezes... às vezes é bom, e ponto!

Eu sempre saio do foco quando acho que preciso. Do foco dos problemas, do foco do trabalho, do foco daqueles que preenchem a minha vida. Umas férias de tudo e todos. No fundo, talvez seja umas férias de mim mesma. É que conviver consigo mesmo, num mundo em que tudo e todos querem dar palpites na sua vida, não é fácil. Concordam?

A gente volta renovada. Satisfeita. Mudada. E o mais engraçado é que a gente volta focada. Focada naquilo que ficou, focada naquilo que deixou. A gente sai de férias para voltar melhor, sabe? E volta melhor! Volta mais feliz, mais tolerante, mais compreensiva, mais animada, mais a gente...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Que venha 2012!

Um brinde ao que vivi. E ao que ainda vou viver!

Eu vou fazer uma retrospectiva do ano de 2011, sabe? Porque foi inesquecível! Sério mesmo! Talvez um dos anos mais importantes da minha vida! De superação, alegrias, entrega, trabalho, conquistas, etc, etc, etc. Um ano pra ficar na história. Mas nunca o melhor. Porque eu sempre acho que o melhor ainda está por vir, e que eu sou sempre capaz de fazer melhor. Então vamos ficar no 'um dos melhores'. Ou simplesmente aquele em que eu, enfim, percebi que posso ser e fazer cada vez melhor!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

L-i-b-e-r-d-a-d-e!

Eu e a liberdade: um caso de amor!


Eu sempre gostei da liberdade. E da sensação que ela me causa. Daquela coisa de não prestar satisfação pra ninguém, de não ter hora pra nada, de fazer exatamente o que me dá na cabeça. Talvez não seja a forma mais sensata de levar a vida, mas é a minha. Talvez seja esse o motivo que me faz gostar tanto de tirar fotos desse jeitinho aí. Talvez não seja a forma mais sensata de tirar fotos num lugar, mas é a minha. E eu ando aprendendo a me respeitar e a respeitar os meus gostos e escolhas. Talvez não seja a forma mais sensata de viver, sabe? Mas é a MINHA forma, e reconhecê-la faz um bem danado...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A vida e suas emoções...

Eu, o navio e o Rio de Janeiro!


Já vivi muita coisa na vida. Boa e ruim. Quem me conhece de verdade sabe, porque nunca fui de omitir histórias, nem estórias. E, acredite, foram muitas mesmo. Emoções mil, sabe? De todos os tipos. Exemplos? Tenho dois que, acredito eu, resumem um pouquinho: assisti meu pai morrer, ainda adolescente, e fui pro Pantanal de carro, no início da vida adulta...

Falar de emoção é falar de sentimentos indescritíveis, sabe? De coração na boca, pulsando dentro da gente, e ao mesmo tempo querendo sair. Nos melhores e piores momentos da vida, é ele quem dita a regra. Desconfio de quem não vive com ele aos pulos, pulsando louco dentro de si. Desconfio e não confio, pra ser bem redundante mesmo. Acho que gente que não sente é gente pequena. E eu não gosto de perder meu tempo com gente assim.

De todas as emoções, guardarei dentro do peito mais uma daquelas inesquecíveis. Doidas. Insanas. Pulsantes. Que me fez chorar. Acho que emoção é assim mesmo: quando a gente não consegue segurar, ou entender, ele dá um jeitinho de sair de dentro. E é na lágrima que ele encontra o equilíbrio. É na lágrima, senhores...

Sou geração Manoel Carlos. Aquela que sempre sonhou em morar no Leblon e frequentar uma livraria famosa, grande, com pinta de 'coisa cultural'. Quem sabe até encontrar o grande amor da sua vida por lá, caminhando entre os livros? Sou dessas. Eu e muita gente. Sou apaixonada pelo Rio de Janeiro. E chegar à Cidade Maravilhosa (com letras maiúsculas, para deixá-la ainda mais especial), de navio, foi uma emoção indescritível. Só sei que chorei. Que chorei muito. E nunca vou conseguir esquecer...

sábado, 3 de dezembro de 2011

Essa tal solidão...

Escrevi esse texto no dia 20 de novembro de 2011. E escreveria 298 vezes, em diversos dias do ano. Gosto de gente, mas gosto de estar em paz comigo mesma, de vez em quando...


Eu, meus pés e Itacaré. #fotoconceito


Sentei numa cadeira de praia vermelha, sozinha, pedi uma cerveja e apreciei o mar. Que linda obra de Deus, pensei. Ninguém em volta, tomei o primeiro gole e abri um livro. Que maravilhosa companhia eu havia escolhido para aquela tarde de céu azul e águas calmas. 

A primeira frase que li dizia que encontramos o equilíbrio emocional nos nossos momentos de solidão. Fechei o livro e olhei o mar. Quieta. Sozinha. Na minha solidão contente. Na minha solidão feliz. Na minha solidão tranquila. 

Eu gosto de solidão, às vezes. Me sinto leve, feliz e em paz comigo mesma. Penso o que quero, sorrio sozinha, como e bebo o que tenho vontade. E o melhor: sem culpa. E não há nada melhor na vida que fazer algo sem culpa. E eu bem sei disso, porque volta e meia me pego me sentindo a mais culpada das culpadas, exatamente pelos motivos que acabei de citar.

Me culpo por gostar da solidão. Por gostar da melancolia. Por sentir demais e agir de menos. Me culpo pelo refúgio contente a que me submeto. Me culpo, me culpo e me culpo. Três vezes, para ser bem redundante. E depois faço tudo outra vez, só pra me culpar e sorrir sozinha. Só para me encontrar, mais uma vez, com a minha solidão...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Aqui estou eu!

Decidi voltar a blogar! Alguém ainda faz isso?! Sei lá, mas eu decidi! 

Já tive 298 blogs, mas só me apeguei ao Universo Particular de Manu. Conheci uma porrada de gente, fiz amigos e inimigos, ri e chorei. Mais 'ri' do que chorei, é bem verdade, mas sempre fui chegada num draminha...

Daí que um dia eu resolvi deletar o blog, como já tinha feito 298 vezes também. O problema foi que dessa vez eu fiquei muito tempo sem ir lá reativá-lo, e Seu Google me avisou, com letras beeem grandes, que eu não poderia mais fazer isso. Fiquei muito retada. E muito triste também. Me senti sem passado, embora não goste mesmo de lembrar de algumas coisas que já vivi. Mas foi a minha história apagada ali, sabe? E doeu

Já tive outros 298 blogs, mas nenhum deles foi igual ao UPM. Talvez seja o nome, talvez seja outra coisa, talvez nem seja nada.  Mas foi com esse que eu resolvi voltar! E aqui estou...

Quero escrever sobre a vida. A minha, a sua, a nossa vida. Porque no fundo somos todos bem parecidinhos, né? E ainda bem que é assim...

Não vou prometer nada. 
Nem dia, nem hora, nem tema pra postar. 
Vamos ver onde isso aqui vai dar...